quinta-feira, 28 de julho de 2011

1000 vezes obrigada!


Desde o dia 18 de maio, pelo menos uma vez por semana, "encho" vocês com meus textos, que nada mais são do que minha visão do mundo, minha forma de enxergar as coisas e coisas interessantes que recebo de amigos e pesquiso na internet.

Foram dias interessantes em que recebi o carinho de amigos e de pessoas que pouco conheço mas, principalmente, que descobri um novo meio de me expressar. Não que eu tenha amarras no "O Jornal", mas é que na internet posso falar sobre temas que não "caberiam" ou não ficariam bem na minha coluna social.

Assim, na tarde de hoje (28), pouco mais de dois meses depois do início, atingi a marca de 1000 visitas ao meu blog. Pode parecer pouco para muitas pessoas, mas para mim é um recorde. Não tenho um site de temas "populares", nem falo exclusivamente sobre futilidade (adoro, mas meu outro lado fala mais alto), e mesmo assim, num tempo relativamente curto, atingi uma marca importante.

Só tenho a agradecer aos amigos, aos novos amigos e a todas as pessoas que me incentivam e me dão forças para continuar. Agradeço aos que comentam no blog, aos que comentam no Facebook, aos que não comentam mas leem, enfim, a todos que, de uma forma ou de outra, estão me acompanhando mesmo que de longe.

A todos vocês, o meu muito obrigada! 

terça-feira, 26 de julho de 2011

Como aproveitar vinis antigos?





Pessoal, a cada dia que passa vemos que não “cabemos” mais onde moramos. É tanta coisa que entulhamos ao longo da vida que, de repente, nos vemos dando espaços exagerados a coisas inanimadas por receio de jogá-las fora ou algo parecido. E assim vamos acumulando “lixo” numa quantidade inimaginável ao longo da vida.

Já pensou no que fazer com os vinis? Aquelas bolachonas que sumiram nos anos 90 e que muitos dizem ter um som melhor do que o CD? Bem, em alguns casos alguns usam para decoração de festas (pendurados brutos, em sua forma original, assim como quero fazer na minha próxima festa... mas daí é outro assunto), mas muita gente usa esses ícones para coisas muito mais interessantes.

Aproveitando a dica do amigo Mário Pereira de Sá, da Cooperlimpo, posto aqui algumas opções sobre o que fazer com os vinis, que muitas vezes ficam num canto encostados e sem uso em nossas casas, mas que podem ser melhor reaproveitados como objetos de decoração.

Se você, assim como eu, adora trabalhos manuais (ainda mais associados à reciclagem e ao meio ambiente como forma de sustentabilidade), curta essas dicas. Elas deixaram sua casa mais linda e ainda agradarão quem os receber de presente. Use e abuse da criatividade! 

Esta dica vai para produzir lindos relógios de parede, mas nada impede que você crie seu próprio jeito de reutilizar o bom e velho vinil!  








terça-feira, 5 de julho de 2011

A importância da mamografia e o descaso em Bebedouro


Essa semana assisti no Jornal Nacional, da TV Globo, a série de reportagens sobre a dificuldade que muitas mulheres passam para conseguir consultas e diagnóstico precoce do câncer de mama. Muito se discute sobre qual a idade ideal para se iniciarem os exames de mamografia que podem detectar o câncer ainda em estágio inicial. 

O Brasil, depois de instituir uma Lei Federal, em 2008, recomendando o exame a partir dos 40 anos, 1 vez por ano, hoje segue a cartilha de países como europeus, que sugerem exames a partir dos 50, a cada 2 anos. 

Com a indecisão sobre qual idade ser a ideal para iniciar a prevenção, muitas mulheres se veem confusas e, com isso, cerca de 60% delas já chegam ao Instituto do Câncer do Rio de Janeiro com câncer nos estágios 3 e 4 (já avançado). A literatura médica diz que a cada milímetro crescido do tumor, as chances de cura podem cair cerca de 10%, ou seja, independentemente da idade recomendada, o diagnóstico precoce ainda é a melhor arma contra o câncer.

A reportagem mostrou, também, a dificuldade das mulheres em conseguir fazer a boa e velha mamografia. Algumas têm que viajar centenas de quilômetros para poder fazer esse exame tão importante de prevenção. Muitas delas, muitas vezes, em virtude das dificuldades, acabam desistindo e passam a contar com a sorte. 

Sorte que muitas vezes as abandonam e, sem tratamento, muitas delas acabam morrendo. Tudo isso por falta de prevenção, por falta de um exame simples como a mamografia. Aqui em Bebedouro temos um aparelho novinho, na caixa, sem uso, simplesmente porque nosso prefeito ainda não conseguiu fazer uma sala para que os exames sejam feitos. 

Só por isso? Prefiro acreditar que não, porque até incompetência tem limite. Prefiro acreditar que existem outros motivos escondidos por trás desse descaso (para não dizer outra coisa). O vereador Tota conseguiu o que 95% das cidades do estado do Amazonas, por exemplo, não têm: um mamógrafo. E ele, surpreendentemente, continua do mesmo jeito que chegou, há quase um ano: na caixa, no chão de algum almoxarifado do Hospital Júlia Pinto Caldeira. Uma pena! Como o próprio vereador Tota pediu, também vou apelar a Deus: que Deus proteja nossa cidade!    

PS: O exame de toque também é de extrema importância para o diagnóstico precoce. Procure informações sobre o exame, se toque constantemente!

terça-feira, 28 de junho de 2011

150 mil novas lixeiras. Será suficiente?


O jornal “Folha de São Paulo” publicou no domingo (26), que a cidade de São Paulo contará em breve com 150 mil novas lixeiras. Espalhadas por toda a cidade, o paulistano tropeçara nelas, segundo a prefeitura local. 

Tropeçar nelas até acredito que seja verdade. Contando que a cidade tenha aproximadamente 11 milhões de habitantes (sem contar os visitantes), serão quase 60 lixeiras/habitante. Um número muito bom. 

O que não é tão bom é o costume. Será que, mesmo tropeçando em lixeiras, o cidadão jogará o lixo em seu devido lugar? Pode até ser. 

As lixeiras, na minha opinião, deveriam vir acompanhadas de uma séria campanha de educação para a população. A TV já cansou de mostrar cenas em que uma pessoa, mesmo tendo uma lixeira por perto, joga o lixo no chão mesmo. Puro costume. Isso precisa mudar.

Mais do que instalar lixeiras (não que não ache a iniciativa válida, muito pelo contrário), é preciso colocar na cabeça do cidadão que o lixo jogado na rua é o mesmo que poderá entupir um bueiro que, assim, poderá causar alagamentos e enchentes, que podem ser prejudiciais a ele próprio. O feitiço sempre vira contra o feiticeiro.

Muito boa a iniciativa da Prefeitura de São Paulo (e quem dera a de Bebedouro tivesse a mesma, já que não se vê lixeiras na cidade), mas acho que a iniciativa maior tem que ser da população. Sem a devida conscientização, de pouco valerá tanto investimento. 

domingo, 26 de junho de 2011

Quem apita o meu jogo sou eu!


Postei agora no Facebook algo como “Não tem graça ver os melhores momentos. Quero ver o jogo inteiro”. Depois fiquei pensando nos inúmeros significados desse post. Foi incrível, mas o que mais me chamou a atenção foi este que escreverei para vocês.

Assistir aos melhores momentos é como ver sua vida passar pela tela da TV no intervalo de um jogo. Ela passa sem muitas emoções, mostra um pouquinho de sua vida medíocre, poucos lances importantes e fica por isso mesmo. Não tem graça se você não participar da sua própria vida. Se você não entrar de cabeça no jogo da vida, não entrar pra vencer, não fizer faltas, não fizer fila, não ser craque, não tentar mudar os resultados, não tem graça. A gente tem sempre que entrar pra vencer, pois esse é o jogo da nossa vida. 

Assistir aos melhores momentos realmente não tem graça. Se você não estiver lá, não participar ativamente, isso não faz o menor sentido. Trazendo isso para nossa vida, é o mesmo que dizer que a pessoa é “meio feliz”. 

Na boa, se uma pessoa é “meio feliz”, na verdade ela é uma pessoa totalmente triste. Ninguém pode ser meio feliz e achar que isso é bom. É o mesmo que ver os melhores momentos: ser meio feliz é não participar ativamente de sua vida, é ter medo de arriscar e de fazer escolhas. Não tem graça.

Eu posso dizer que andei meio displicente com o “meu jogo”. Nem sempre, a cada dia, eu entrava para ganhar. Muitas vezes entrava só para cumprir tabela, torcendo logo para chegar o intervalo. Mas agora muita coisa mudou. Decidi fazer de mim a jogadora mais importante da minha partida. Chega de ter meias-amizades, meios-amores, de me doar inteira para pessoas que não merecem sequer metade de mim. Chega! E quem apita na minha vida sou eu!

Sei que também sou as vezes uma “jogadora-problema”, mas isso também vai mudar. Como resolvi ser a principal atleta da minha partida, terei mais tempo para recuperar esse talento que ficou escondido durante tanto tempo (seja por minha vontade, seja por imposição dos outros). E repito: agora quem apita o meu jogo sou eu! 


sexta-feira, 17 de junho de 2011

Como trabalhar fora da bagunça



Esta mesa que está na foto não é propriamente a minha. Mas a minha está uma vergonha, e quem me conhece sabe que estou falando a verdade. Sempre tive dificuldades em manter minha mesa arrumada, e sou adepta da frase que diz mais ou menos assim: “Quem tem mesa arrumadinha não trabalha”. 
Bom, mas de qualquer forma, todo final do dia só saio do meu trabalho depois de deixar tudo em ordem.

Como imagino que muitas pessoas também passam pela mesma dificuldade que eu, achei umas dicas legais na internet que podem ajudar, e muito, na organização de sua mesa de trabalho. São informações importantes que podem, inclusive, otimizar suas tarefas e aumentar sua produtividade, além de permitir que você trabalhe melhor. Aí vão elas:

1. O primeiro passo é separar todo o material da seguinte maneira:
  • entrada: material novo e ainda não visto ou não consultado
  • material necessário para o trabalho no dia a dia: manuais, calendário e porta-canetas vão nessa categoria
  • arquivo morto: documentos e objetos que precisam ser guardados, mas já foram utilizados para um trabalho terminado
  • arquivo de referência: documentos e objetos necessários para consulta esporádica
  • arquivo corrente: todos os documentos e objetos necessários para um trabalho que está sendo desenvolvido
  • lixo: tudo o que não vai mais ser usado (e aqui não dá para ter a mentalidade de "um dia eu posso vir a precisar")
  • leitura: é útil separar um espaço para material que o profissional pretende ler, mas ainda não teve tempo
2. Com essas categorias em mente, faça pilhas de todas as coisas da mesa e de dentro das gavetas 

3. Jogue fora o que não será mais utilizado e reserve espaço para cada tipo de arquivo 

4. Posicione os arquivos em seus devidos lugares 

A partir dessa arrumação básica, é preciso comprometer-se a dar encaminhamento para todos os documentos no momento em que forem vistos ou lidos. Esse tratamento pode ser:
  • resolver no mesmo minuto, se for algo simples e rápido
  • agendar, se for algo que o profissional não poderá resolver naquele momento. "É preciso usar a agenda, anotar tudo lá, usá-la como uma ferramenta, uma aliada", comenta.
  • arquivar, se for algo do qual se precisará no futuro
  • descartar
  • devolver ao remetente ou encaminhar, se for algo que não é da alçada do profissional
Outras dicas para organização do ambiente de trabalho:
  • Tenha uma agenda sempre à mão e anote tudo nela - compromissos pessoais e profissionais
  • Limpe a caixa de e-mails e crie pastas classificadas por assuntos
  • Tente agrupar compromissos externos em horários próximos
  • Se estiver fora do escritório, consulte sua lista de lembretes e veja se não é possível resolver outra tarefa
  • Dedique 15 minutos do fim do dia para organizar o dia seguinte
Dicas dadas, mãos à obra para a arrumação!